Segunda-feira, Setembro 14, 2026

Pela Primeira Vez Desde 2021, Bancos Internacionais Voltam a Financiar Projectos Petrolíferos em Massa

Pela Primeira Vez Desde 2021, Bancos Internacionais Voltam a Financiar Projectos Petrolíferos em Massa

Publicado: Junho 18, 2025 @ 2:02 pm
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Patricio Wanderley Quingongo

Patricio Wanderley Quingongo

Expert in Strategic Management Oil & Gas. Patricio analyzes the oil and gas market, and the different tax regimes applied to the international oil and gas industry. He also evaluates the performance of National and International Oil & Gas companies.

Junho 18, 2025 @ 2:02 pm

Os maiores Bancos do mundo aumentaram em mais de ⅕ o volume de financiamento para projectos ligados a combustíveis fósseis, contrariando a tendência decrescente que já se registava desde 2021, isto devido a várias reacções contra as políticas de net zero, especialmente nos Estados Unidos.

Os 65 maiores bancos do mundo aumentaram o financiamento para combustíveis fósseis para $869 biliões em 2024, um aumento de $162 biliões em relação ao volume investido em 2023.

No ano passado, os empréstimos foram a principal forma de financiamento, subindo dos $422 biliões registados em 2023 para $467 biliões. Os títulos registaram o maior aumento, de $284 biliões em 2023 para $401 biliões em 2024, enquanto o financiamento via aquisições também aumentou de $63,7 biliões em 2023 para $82,9 biliões em 2024.

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Desde a assinatura do Acordo de Paris, há uma década, os bancos financiaram os combustíveis fósseis com $7,9 trilhões, segundo o relatório copublicado pela Rainforest Action Network, BankTrack, Centro de Energia, Ecologia e Desenvolvimento, Rede Ambiental Indígena, Oil Change International, Sierra Club e Urgewald.

O JP Morgan Chase continua a ser o Banco que mais financia os combustíveis fósseis, tendo investido cerca de $53,5 biliões 2024. Em resumo, verificou-se que um total de 04 Bancos lideraram o aumento do financiamento para combustíveis fósseis em mais de $10 biliões, destacando-se o JP Morgan Chase, o Citigroup, o Bank of America e o Barclays.

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