Refinarias da China, Japão e Coreia do Sul estão a recorrer ao petróleo argentino para …
Mais Lidas
- Bloco 15 Offshore Angola Completa 32 Anos de Actividade Desde o Início das Operações em 1994
- Preços do Crude Voltam a Subir Após Novos Ataques dos EUA ao Irão
- Etu Energias Adquire Participações da Chevron nos Blocos 14 e 14K
- TotalEnergies Pretende Investir na Construção de Dois Oleodutos para Contornar o Estreito de Ormuz
- Refinarias Asiáticas Recorrem ao Petróleo da Argentina em Meio à Crise no Médio Oriente
Nigéria Regista Perdas Significativas na Produção de Petróleo
Nigéria Regista Perdas Significativas na Produção de Petróleo
PetroAngola
Consultoria em Petróleo & Gás, líder independente, provedor de informação, preços de referências e análise do mercado petrolífero em Angola.
A Nigéria está a perder quase toda a sua produção de petróleo transportada pelo principal oleoduto do país por causa dos constantes actos de roubos e vandalismo, que têm se intensificado nos últimos tempos em meio a escalada dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
De acordo com a Associação de Funcionários Sénior de Petróleo e Gás Natural da Nigéria, os produtores receberam apenas 5% dos volumes de petróleo bombeados através do oleoduto Trans Níger durante o período de outubro de 2021 a fevereiro de 2022.
As perdas na produção estão a ter um impacto muito negativo nas receitas do governo e nas reservas cambiais. O maior produtor de petróleo da África tem lutado para cumprir a sua quota de produção da OPEP+, apesar do aumento dos preços do petróleo após a invasão da Rússia à Ucrânia.
Dados mostram que cerca de 150 extrações ilegais ocorreram para extrair petróleo do principal oleoduto da Nigéria, sendo que os operadores sofreram uma média de 10 dias de paralisação da produção todos os meses devido a estes actos de vandalismo.
Enquanto a Nigéria perde boa parte da sua produção de petróleo por práticas anti-sociais, outros países produtores de petróleo seguem registando grandes ganhos com o aumento de suas reservas internacionais líquidas, justificadas pela alta dos preços internacionais do barril de petróleo.