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ExxonMobil Retoma Actividade de Perfuração Offshore Guiana

ExxonMobil Retoma Actividade de Perfuração Offshore Guiana

Publicado: Julho 24, 2020 @ 5:05 pm
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PETROANGOLA

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Consultoria em Petróleo & Gás, líder independente, provedor de informação, preços de referências e análise do mercado petrolífero em Angola.

Julho 24, 2020 @ 5:05 pm

A ExxonMobil retomou a actividade de perfuraração em Guiana no mês passado ressaltando a sua dedicação ao hotspot offshore, apesar da queda nos preços do petróleo e de uma virada confusa na política local. Dois dos quatros navios sondas da Exxon voltaram ao trabalho e a  empresa confirmou que os navios Stena Carron e Noble Tom Madden voltaram às operações no mês passado.  

As plataformas foram fechadas quando o país de menos de 1 milhão de habitantes fechou as suas fronteiras depois que a pandemia atingiu a América do Sul. A Guiana é um dos principais sucessos de exploração de uma empresa que tem sido criticada pela forma como gerencia o capital. A sua unidade de petróleo e gás natural atingiu cerca de $3,1 biliões no 2º trimestre devido ao colapso dos preços induzido pela pandemia. 

A petrolífera também irá ajustar o ritmo dos projectos de desenvolvimento e actividades de exploração, dada a queda nos preços do petróleo, mas ainda planea rastrear importantes oportunidades de exploração. Enquanto a Exxon está a superar as  dificuldades operacionais no país sul-americano, um impasse político está atrasar a aprovação duma expansão de $6 biliões, o projecto Payara de 220.000 bpd estava programado para iniciar a produção em 2023, mas provavelmente irá atrasar mais um ano. 

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O presidente da Guiana, David Granger, está a desafiar as eleições de 2 de Março que deram à oposição uma vitória estreita, mesmo após uma recontagem e pressão internacional para se afastar. Uma batalha legal prolongada está a ser aguardada depois dele ter rejeitado uma decisão do Tribunal de Justiça do Caribe que favorece a oposição. 

Além da interrupção da perfuração, os reparos na primeira plataforma de produção da Exxon em Guiana restringiram a produção no 2º trimestre e a forçaram a queima de  gás natural, o que levou à uma prorrogação nos planos para atingir o pico de produção da unidade de 120.000 bpd. Os reparos também foram adiados porque os técnicos especializados foram impedidos pelas restrições de viagem do Covid-19. (oilandgaspeople).

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