A operadora malaia Yinson Production e a gigante italiana de energia Eni assinaram uma adenda …
Mais Lidas
- ExxonMobil Contrata OneSubsea para o Projecto Rovuma LNG em Moçambique
- Eni, Chevron e GeoPark Reforçam Investimentos no Sector Petrolífero da Venezuela
- Boom Petrolífero Impulsiona Transformação Económica de Guiana
- Reservas Estratégicas de Petróleo dos EUA Recuam para o Nível mais Baixo dos Últimos 44 Anos
- Yinson e Eni Assinam Acordo de $600 Milhões para Ampliar a Capacidade da FPSO JAK no Gana
EUA Apoiam Projectos de Energia no Mediterrâneo para Atender às Necessidades Energéticas da Europa
EUA Apoiam Projectos de Energia no Mediterrâneo para Atender às Necessidades Energéticas da Europa

PETROANGOLA
Consultoria em Petróleo & Gás, líder independente, provedor de informação, preços de referências e análise do mercado petrolífero em Angola.
Os Estados Unidos manifestaram novamente a vontade de continuarem a apoiar fortemente o desenvolvimento de projectos de energia na região do Mediterrâneo para atender às necessidades energéticas da Europa e promover a estabilidade na região.
A intenção do governo norte americano é de interconectar fisicamente a energia do Leste do Mediterrâneo à Europa, por meio de acordos e financiamento de projetos de gás natural e fontes de energia de baixo carbono.
Recentemente, a Europa sofreu com uma crise no fornecimento de energia em meio aos stocks de gás natural extraordinariamente baixos, que se refletiram na valorização dos preços nos últimos meses. Os EUA buscam aprofundar suas relações regionais e promover tecnologias limpas, já que a segurança energética da Europa é mais do que nunca uma questão de segurança nacional.
Os EUA apoiam projetos, incluindo o já planeado interconector EuroÁfrica do Egito para Creta e a Grécia continental, bem como o projecto EurÁsia proposto para conectar redes elétricas em Israel, Chipre e Europa.
Os países Chipre, Grécia e Israel assinaram há 1 ano um acordo para construir o gasoduto do Mediterrâneo oriental de 1.900 Km, projetado para transportar gás da região para a Europa via Grécia e Itália. Embora o governo grego tenha apoiado o projeto, o mesmo também considera uma série de rotas alternativas que podem ser técnica e economicamente mais viáveis para o projeto.