Refinarias da China, Japão e Coreia do Sul estão a recorrer ao petróleo argentino para …
Mais Lidas
- Bloco 15 Offshore Angola Completa 32 Anos de Actividade Desde o Início das Operações em 1994
- Preços do Crude Voltam a Subir Após Novos Ataques dos EUA ao Irão
- Etu Energias Adquire Participações da Chevron nos Blocos 14 e 14K
- TotalEnergies Pretende Investir na Construção de Dois Oleodutos para Contornar o Estreito de Ormuz
- Refinarias Asiáticas Recorrem ao Petróleo da Argentina em Meio à Crise no Médio Oriente
Brasil Reporta Queda de 6% na Produção de Petróleo no 1º Trimestre 2021
Brasil Reporta Queda de 6% na Produção de Petróleo no 1º Trimestre 2021
PetroAngola
Consultoria em Petróleo & Gás, líder independente, provedor de informação, preços de referências e análise do mercado petrolífero em Angola.
A produção de petróleo do Brasil atingiu uma média de 2,8 MBPD no 1º trimestre de 2021, uma queda de 6% em relação ao período homólogo, em que o país produziu uma média trimestral em torno dos 3 MBPD.
A produção da major estatal, Petrobras, também registou uma queda de 5% face ao ano 2020, para 2,1 MBPD, a major representa cerca de 75% da produção total de petróleo do Brasil.
Em 2020, o Brasil tornou-se num dos poucos países bem sucedido, mesmo navegando em uma crise causada pela pandemia nos mercados petrolíferos. O país tornou-se no 3º maior fornecedor de petróleo para a China, que se recuperou rapidamente da propagação da Covid-19, facilitando o desdobramento dos bloqueios. Ao contrário de praticamente todos os outros exportadores de petróleo, o Brasil aumentou as suas exportações para o mercado internacional graças ao apetite por petróleo da China.
Como resultado, a Petrobras planeia aumentar a produção de petróleo em 2021 para cerca de 3,12 MBPD até Dezembro. No entanto, poderá rever os seus planos, tendo em conta a evolução da oferta no mercado internacional.
Mesmo com o revés de um aumento das exportações do Irão para China, que levou a outros grandes fornecedores do maior importador de petróleo do mundo reduzir os seus preços para se manterem no jogo. O Brasil continua a ser um dos pontos mais atractivos do petróleo global, com biliões de barris ainda por explorar na sua notória zona do pré-sal. O país é visto como um dos principais impulsionadores da futura produção de petróleo offshore juntamente com Guiana, e com previsões de um aumento das actividades perfuração de ambos os países em cerca de 10% entre 2021-2022.