A operadora malaia Yinson Production e a gigante italiana de energia Eni assinaram uma adenda …
Mais Lidas
- ExxonMobil Contrata OneSubsea para o Projecto Rovuma LNG em Moçambique
- Eni, Chevron e GeoPark Reforçam Investimentos no Sector Petrolífero da Venezuela
- Reservas Estratégicas de Petróleo dos EUA Recuam para o Nível mais Baixo dos Últimos 44 Anos
- Boom Petrolífero Impulsiona Transformação Económica de Guiana
- Yinson e Eni Assinam Acordo de $600 Milhões para Ampliar a Capacidade da FPSO JAK no Gana
Brasil Lidera Demanda por FPSOs
Brasil Lidera Demanda por FPSOs
PETROANGOLA
Consultoria em Petróleo & Gás, líder independente, provedor de informação, preços de referências e análise do mercado petrolífero em Angola.
O mercado global de navios flutuantes de produção, armazenamento e descarga (FPSOs) está a caminho de um renascimento. Estima-se que 24 FPSOs serão sancionadas até 2020, impulsionadas em grande parte pelo Brasil.
A América do Sul lidera com um pacote de 12 projectos de FPSOs, aprovados até o final de 2020, seguidos pela Ásia com 4, Europa 3, África 3, e mais 2 na Austrália.
O Brasil que actualmente testemunha um influxo de empresas internacionais de E&P que possivelmente irão conceder mais 7 FPSOs em 2020, elevando assim a participação do país em mais de 1/3 das concessões previstas globalmente em 2019 e 2020. Os 7 projectos já confirmados para 2019 representam em conjunto uma capacidades de produção de mais de 700.000 bpd e cerca de 60 milhões m3/d de gás.
As operadoras offshore encontram-se em recuperação em resposta a desaceleração de 2014, uma vez que um aumento robusto no fluxo de caixa livre impulsionou um aumento significativo nos investimentos em águas profundas.
O boom de FPSOs na América do Sul é, principalmente, o resultado de grandes investimentos de exploração em águas profundas e o desenvolvimento de campos maduros. Outro factor importante foi a recente moderação do regulamento de conteúdo local no Brasil, que atraiu novos players internacionais para a mesa.
As FPSOs, tradicionalmente usadas por empresas de petróleo para projectos de águas profundas em larga escala, são cada vez mais favorecidas para uma vasta gama de campos em águas mais rasas, em muitos casos são mais práticos do que soluções de plataformas alternativas, principalmente devido aos custos de instalações e aos desafios de desativações associados às plataformas fixas.
A capacidade de armazenamento integrada dos FPSOs também provou ser especialmente vantajosa para locais remotos offshore, onde as infraestruturas de pipelines não são economicamente viáveis.
Com a melhoria da viabilidade económica resultante de medidas de padronização em andamento, juntamente com investimentos em águas profundas, as FPSOs provavelmente continuarão a surgir como uma opção de desenvolvimento atraente. (Energyvoice).